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Carlos Viana Ramos, antigo presidente do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC), já tomou posse como presidente do Conselho Geral do IPC, depois de ter sido eleito, no início deste mês, após uma reunião do órgão realizada na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTESC). Carlos Viana Ramos foi empossado por Torres Farinha, presidente do IPC, em cerimónia realizada, anteontem, nos Serviços Centrais do Instituto. Na proposta de convite a personalidade externa para integrar o Conselho Geral do IPC, podia ler-se que Carlos Viana Ramos se trata de «um profissional de reconhecido mérito e experiência em áreas nas quais o IPC desenvolve a sua actividade de formação, nomeadamente na área da gestão e da educação», acrescentando que «exerceu, entre 1996 e 2000, as funções de presidente do IPC», antes de assegurar que «o contributo, como membro do Conselho Geral, será de grande relevância para o IPC». No currículo de Carlos Viana Ramos constam, entre outros, os cargos de professor coordenador do ensino de Língua e Cultura Portuguesa na área consular de Ruão, em França, de 1982 a 1986, e presidente do Conselho Directivo do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), de 1995 a 1996. O presidente do Conselho Geral do IPC possui a licenciatura em Ensino de História e Ciências Sociais da Universidade do Minho e o diploma de Estudos Superiores Especializados em Administração de Empresas da Universidade de Ruão, em Franca, a que foi atribuída equivalência ao grau de mestre pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Além de Carlos Viana Ramos, foram cooptadas para o Conselho Geral do IPC mais nove personalidades externas. João Palmeiro (presidente da Associação Portuguesa de Imprensa), Mira Amaral (antigo ministro de Cavaco Silva), Manuel Luís Gomes Vaz (deputado socialista e membro do Conselho Jurisdicional da Associação Nacional de Engenheiros Técnicos) e Ricardo Castanheira (antigo deputado socialista e director legal e de assuntos corporativos da Microsoft) também integram o órgão. Augusto Ferreira Guedes (presidente da Associação Nacional de Engenheiros Técnicos), Francisco Bandeira (vice-presidente da Caixa Geral de Depósitos e presidente do Banco Português de Negócios), Maria Teresa Portugal (deputada socialista eleita por Coimbra), Miguel Barata Coelho (ex-aluno do ISEC e empresário) e Rui Daniel Dias Fernandes (antigo presidente da Associação de Estudantes do ISEC) completam o lote de 10 personalidades externas, aprovadas por unanimidade, do Conselho Geral do IPC. O órgão, que, de acordo com o novo regime das instituições do ensino superior, definirá o cronograma para eleições no IPC e, finalmente, elegerá o novo presidente do instituto, integra membros eleitos entre docentes, funcionários e alunos. A eleição dos docentes fez-se por vários dreulos, um em cada unidade orgânica do IPC, enquanto nos estudantes e funcionários não docentes se realizou em ciclo único. Encontradas as listas vencedoras, a cada uma das unidades orgânicas do IPC foram atribuídos os mandatos calculados com base no seu número de docentes, sendo que, no final, a Escola Superior Agrária de Coimbra colocou três docentes no Conselho Geral a Escola Superior de Educação de Coimbra outros três, a ESTESC e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital um cada, o Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra três docentes e o ISEC sete. Do ciclo único para escolha dos representantes de alunos e funcionários não docentes saíram mais seis alunos e um funcionário, que tomam lugar no Conselho Geral.
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